quinta-feira, 9 de março de 2017

Governador Renan Filho empossa 13 novos gerentes regionais de educação



http://www.adalbertogomesnoticias.com.br/2017/03/governador-renan-filho-empossa-13-novos.html



O governador Renan Filho e o vice-governador e secretário de Estado da Educação, Luciano Barbosa, empossou na  manhã  desta terça-feira (7), 13 novos gerentes regionais para o mandato de dois anos (2017/2018). A cerimônia aconteceu às 10h, no Salão Aqualtune do Palácio República dos Palmares, em Maceió 

Após seleção levando-se em consideração o Ideb [Índice de Educação Básica] entre as escolas municipais e estaduais das respectivas regiões, a experiência em gestão e a capacidade de articulação, as novas lideranças assumirão as respectivas Gerências Regionais, que, por sua vez, representam a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) nas microrregiões de Alagoas. Cabe ao gerente administrar as escolas estaduais da sua jurisdição e ainda promover a articulação com as redes municipais.

Para assumir os cargos, além de serem recebidos no gabinete pelo secretário, os gerentes também já passaram por formação específica, preparando-os para as novas atribuições, de 20 a 23 de fevereiro, no Cepa. Além do media training, abordando os diversos aspectos da comunicação, conheceram estrutura e funcionamento da Seduc, além de um estudo de como utilizar dados para otimizar a gestão, este em parceria com a Fundação Lemann.

Abaixo, os 13 gerentes que serão empossados e suas respectivas regiões, com seis deles advindos de escolas da própria rede estadual e sete de unidades municipais.

1ª Gere (Maceió): Edna Lopes da Costa – Escola Estadual Professora Ana Coelho Palmeira; IDEB 4,0;

2ª Gere(São Miguel dos Campos): - Josenete Portela da Silva - Escola Municipal José de Carvalho Souza (Coruripe); IDEB 7,8;

3ª Gere (Palmeira dos Índios) - Renilda Pereira de Oliveira Ribeiro - Escola Municipal Dr. Gerson Jatobá Leite (Palmeira dos Índios), IDEB 4,2;

4ª Gere (Viçosa) - Sandreane Welia Silva Paulino - Escola Municipal Nossa Senhora do Livramento (Cajueiro) IDEB 3,9;

5ª Gere (Arapiraca) - Maria Eliete Barros da Rocha – Escola Estadual Adriano Jorge (Arapiraca), IDEB 5,1;

6ª Gere (Santana do Ipanema) - Lucinês Luiz da Silva; Escola Municipal Irineu Tenório (Poço das Trincheiras), IDEB 4,9;

7ª Gere (União dos Palmares) - Roseane Ferreira Vasconcelos -Escola Estadual Jorge de Lima (União dos Palmares), IDEB 4,7;

8ª Gere (Pão de Açúcar) - Rosália de Farias – Escola Municipal José Tavares de Castro (Pão de Açúcar), IDEB 4,3;

9ª Gere (Penedo) - Andréa Lima Dantas Barbosa - Escola Estadual Ruth Mendonça (Penedo), IDEB 4,1;

10ª Gere (Porto Calvo) - Álen Sandy Soares Azevedo -Escola Municipal Dom Pedro I (Porto Calvo), IDEB 5,0;

11ª Gere (Piranhas) - José Jeocondes Barbosa da Silva - Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves (Canapi), IDEB 5,3;

12ª Gere (Rio Largo) - Elisabeth Macena dos Santos Filha – Escola Estadual Santos Dumont (Rio Largo), IDEB 4,9;

13ª Gere (Maceió) - Mauriceia Lima Ferreira de Souza - Escola Estadual Benedita de Castro Lima (Maceió), IDEB 4.0.

 Por Blog Adalberto Gomes Notícias com Agência Alagoas
























sábado, 24 de dezembro de 2016




FELIZ  NATAL



Que é o Natal?

Eu, menino, sentado na calçada, sob um sol escaldante, observava a movimentação das pessoas em volta, e tentava compreender o que estava acontecendo.
Que é o Natal? - Perguntava-me, em silêncio.
Eu, menino, ouvira falar que aquele era o dia em que Papai Noel, em seu trenó puxado por renas, cruzava os céus distribuindo brinquedos a todas as crianças.
E por que então, eu, que passo a madrugada ao relento nunca vi o trenó voador? Onde estão os meus presentes? Perguntava-me.
E eu, menino, imaginava que o Natal não deveria ser isso.
Talvez fosse um dia especial, em que as pessoas abraçassem seus familiares e fossem mais amigas umas das outras.
Ou talvez fosse o dia da fraternidade e do perdão.
Mas, então, por que eu, sentado no meio-fio, não recebo sequer um sorriso? - Perguntava-me, com tristeza - E por que a polícia trabalha no Natal?
E eu, menino, entendia que não devia ser assim...
Imaginava que talvez o Natal fosse um dia mágico porque as pessoas enchem as igrejas em busca de Deus.
Mas por que, então, não saem de lá melhores do que entraram?
Debatia-me, na ânsia de compreender essa ocasião diferente.
Via risos, mas eram gargalhadas que escondiam tanta tristeza e ódio, tanta amargura e sofrimento...
E eu, menino, mergulhado em tão profundas reflexões, vi aproximar-se um homem...
Era um belo homem...
Não era gordo nem magro, nem alto nem baixo, nem branco, nem negro, nem pardo, nem amarelo ou vermelho.
Era apenas um homem com olhos cor de ternura e um sorriso em forma de carinho que, numa voz em tom de afago, me saudou:
Olá, menino!
Oi!... Respondi, meio tímido.
E, com grande admiração, vi-O acomodar-se ao meu lado, na calçada, sob o sol escaldante.
Eu, menino, aceitei-o como amigo, num olhar. E atirei-lhe a pergunta que me inquietava e entristecia:
Que é o Natal?
Ele, sorrindo ainda mais, respondeu-me, sereno:
Meu aniversário.
Como assim? - Perguntei, percebendo que Ele estava sozinho.
Por que você não está em casa? Onde estão os seus familiares?
E Ele me disse: Essa é a minha família, apontando para aquelas pessoas que andavam apressadas.
E eu, menino, não compreendi.
Você também faz parte da minha família... Acrescentou, aumentando a confusão na minha cabeça de menino.
Não O conheço! – Disse.
É porque nunca lhe falaram de mim. Mas eu o conheço. E o amo...
Tremi de emoção com aquelas palavras, na minha fragilidade de menino.
Você deve estar triste, comentei, porque está sozinho, justo no dia do próprio aniversário...
Neste momento, estou com você. – Respondeu-me, com um sorriso.
E conversamos...uma conversa de poucas palavras, muito silêncio, muitos olhares e um grande sentimento, naquela prece que fazia arder o coração e a própria alma.
A noite chegou... E as primeiras estrelas surgiram no céu.
E conversamos... Eu, menino, e Ele.
E Ele me falava, e eu O entendia. E eu O sentia. E eu O amava...
Eu, menino: sou as cordas. Ele: o artista. E entre nós dois se fez a melodia!...
E eu, menino, sorri...
Quando a madrugada chegou, enquanto piscavam as luzes que iluminavam as casas, Ele se ergueu e eu adivinhei que era a despedida. E eu suspirava, de alma renovada.
Abracei-O pela cintura, e lhe disse: Feliz aniversário!
Ele ergueu-me no ar, com Seus braços fortes, tão fortes quanto a paz, e disse-me:
Presenteie-me compartilhando este abraço com a minha família, que também é sua... Ame-a com respeito. Respeite-a com ternura, com carinho e amizade. E tenha um Feliz Natal!
E porque eu não queria vê-lO ir-se embora, saí correndo em disparada pela rua. Abandonei-O, levando-O para sempre no mais íntimo do coração...
E saí em busca de braços que aceitassem os meus...
E eu, menino, nunca mais O vi. Mas fiquei com a certeza de que Ele sempre está comigo, e não apenas nas noites de Natal...
E eu, menino, sorri... Pois agora eu sei que Ele é Jesus... E é por causa dEle que existe o Natal.


Redação do Momento Espírita, com base em texto de Fábio Azamor,
da cidade de Rio Bonito-RJ.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 7 e no
livro Momento Espírita v. 4, ed. FEP.
Em 18.11.2013.